Quando pode…
Semana passada foi absurdamente corrida. Escolhendo móveis para casa, organizando o estúdio em São Paulo, atendendo clientes por lá. Realmente aquela cidade não pára e começa a me dar um friozinho na barriga…
Pensar como terei que conciliar tempo entre atendimentos, sessões de fotos, casamentos, filha, o meu casamento…
Tudo isso tentando escolher o melhor horário para sair e chegar em casa e não pegar muito trânsito. Haja administração!
Desde que cheguei, ainda não parei e acho que só vou conseguir dar uma pequena respirada no próximo final de semana. A semana está lotada e vai fechar com chave de ouro, com o workshop da Márcia (Charnizon).
E posso dizer que a semana já está começando perfeita!
A dança para mim é uma paixão e um convite a aguçar todos os meus sentidos. Minha amiga Marina me convidou para dançar e preciso dizer que essas duas noites foram de uma importância singular para o meu auto-conhecimento. Importante dizer também que não é o simples dançar, é a troca de confiança entre os parceiros, é o permitir ser levada e conduzida. É se entregar ao próximo passo que não sabemos qual é até o momento da condução. Deixar as rédeas da própria vida de lado, de vez em quando, é muito bom. E se deleitar com os raros momentos que pude ter até hoje de permitir ser levada. Tentei de todas as formas achar uma música para acompanhar o meu post, mas o google falhou. Tinha que existir um programa que soubesse adivinhar o nome da música com a gente cantarolando. Seria tão mais fácil. Imagina o mico?
Não importa. A música não sai da minha cabeça. E é no ritmo dela que eu escrevo. Assim que eu souber, complemento o post.
Então… essa semana vou mostrar um ensaio que foi feito quando ainda estava na La Foto e todos os integrantes da equipe saíram para a prática de um curso da Escola. Eu imaginei para essa sessão uma noiva alternativa, zen, ligada à natureza, bem “pode crer”. E, para variar, esse dia a correria estava louca. Tinha uma sessão de fotos a 40 quilômetros de distância. No final deu tudo certo.
Quando pode, a gente viaja mesmo.



















































