2
ago
Delícias da Mamãe
Por uma boa causa
Minha viagem a Paris me serviu para muito mais do que eu imaginava.
Foi minha primeira viagem internacional all by myself. Quem me conhece sabe que não sou do tipo de viajar sozinha e curtir isso. Não sei bem o que é estar sozinha. Sempre tive minha família por perto. Quase nunca estive solteira. Não sei se por sorte ou azar, quando terminava um relacionamento, sempre encontrava alguém para compartilhar de uma nova caminhada. E, depois que me casei, aproveitamos os momentos de férias sempre juntos. Normal.
Foi útil pra saber que é ótimo ter uma pessoa animada ao meu lado, pra me colocar pilha pra sair, badalar e ficar chapadinha de vez em quando. Sou do tipo mais pacata, que anda o dia todo buscando novos lugares, novos ares e quando chego no hotel, estou um bagaço e não me animo a sair e curtir um restaurante bacanão sem companhia. ODEIO comer sozinha. A comida perde o sabor. Não sou difícil de fazer novas amizades. Mas, acho que estou vivendo uma fase tão intensa de trabalho, que meus neurônios não se comunicam entre si. E juntei o útil ao agradável, passando a maioria das minhas noites finalizando trabalhos a serem entregues.
Pois é. Estava em Paris. Mas, os prazos continuavam a correr daqui.
Agradeço `as minhas noivas Aline, Júlia e Tricia por me deixarem atrasar um pouquinho o prazo porque estava realmente desumano pra mim. rs
Foi ótimo pra saber que esse ritmo só até setembro mesmo. Até meu site ficar pronto. Acabei aceitando mais do que o previsto para ter mais material para o site. Mas, depois disso, vou poder me dar ao luxo de trabalhar o quanto me faz feliz e completa. Afinal, sou mãe de uma menina fofa de apenas 2 anos. Ela está crescendo tão rápido e quero aproveitar ao máximo dessas fases deliciosas.
Por isso também estarei por aqui num ritmo talvez mais lento porque tenho muitos trabalhos a entregar e depois de 15 dias longe dela, todo o tempo que me restar, quero passar curtindo a cria e o marido. Uma das sensações que mais transbordam meu coração aconteceu hoje porque parei um pouco e me deitei com ela a tarde. Fiquei ali guardando os sonhos dela nos meus braços. Cada suspiro mais forte, cada resmunguinho que ela dava. E quando ela finalmente abriu os olhinhos e chamou mamãe, fiz um carinho no rosto dela e ela se entregou de novo ao sono, que estava mais forte que ela. Ali, nos meus braços.
Abaixo, Dani, que já sabe o que é isso que eu sinto, com seu Matheus.


































































































































































































